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Adubando as orquídeas

Matéria: Adubação correta para as orquídeas

Autor - Fonte: Equipe Floresbella

Parece simples esse processo, mas a verdade é que alguns conhecimentos são muito importantes para realizar a adubação correta para as orquídeas. Os conhecimentos, sim são simples, e farão toda a diferença para que possa realizar a alimentação adequada para essas espécies ficarem sempre bonitas com as folhas verdes e as raízes saudáveis, e claro, o mais belo delas sua floração perfeita que arregala os olhos de qualquer um.

As orquídeas absorvem o adubo através dos estômatos, estruturas que as plantas possuem na face de suas folhas. Para poder aproveitar os alimentos elas necessitam de água, dióxido de carbono e luz. A junção destes elementos na sua devida proporção
irá auxiliar as plantas a crescerem vigorosas e saudáveis. Alguns outros componentes também são necessários em quantidades variáveis (provenientes de matéria vegetal ou animal) para transformar elementos minerais em carboidratos utilizáveis.

A primeira observação antes da adubação correta para as orquídeas é observar a qualidade do adubo. Busque referências, pesquise e prefira adubos ricos em macro e em micronutrientes. É recomendado alternar as marcas de adubo, isso porque se houver falta de algum nutriente em um tipo de adubo o outro tipo poderá suprir a carência.

O adubo é uma etapa fundamental na adubação correta para as orquídeas.

Muitas substancias são considerada adubo, ou seja todo o nutriente que melhora o aspecto e o desenvolvimento das plantas de modo geral.

Adubos ou fertilizantes podem ser basicamente orgânicos ou inorgânicos (também chamados de químicos).

Alguns exemplos de adubos orgânicos que são os mais comumente utilizados para a adubação correta para as orquídeas são o farelo de algodão, farinha de sangue, emulsão de peixe, esterco, lodo de esgoto, entre outros.

Os adubos geralmente são rotulados com 3 números, que apresentam proporções de nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K). Estes compostos juntos com cálcio, enxofre, ferro, sódio e magnésio são chamados de macronutrientes e devem estar presentes nos adubos de boa qualidade.

O (N) nitrogênio está relacionado com o desenvolvimento da planta, folhas, raízes e caule.
O (P) fósforo auxilia na produção de energia e todos os processos que envolvem a mesma (floração, frutos, sementes).
O (K) potássio ajuda no armazenamento dessa energia e na retenção de água.

Dessa forma, por definição, um adubo com mais nitrogênio irá contribuir para o crescimento da orquídea.

Os adubos de maior concentração de potássio são pouco usados em floricultura, pois este componente auxilia a frutificação.

Os nutrientes encontrados nos adubos orgânicos funcionam melhor no calor, e dependem bastante dos organismos do solo para processá-los. Por isso, eles são mais eficazes quando o solo é úmido e quente. Mas ao utiliza los, acaba exigindo um bom substrato para a orquídea e funciona melhor no verão e nos períodos mais quentes do ano.

A ação dos fertilizantes químicos (ou inorgânicos) age mais rápido na adubação correta para as orquídeas, pois não dependem de outros elementos para distribuírem nutrientes às plantas orquídeas. Eles acabam liberando tudo muito rapidamente. Isso gera duas mudanças em relação ao orgânico: as doses devem ser menores, e o tempo de aplicação pode ser de menor intervalo entre as aplicações. O que se mais é recomendado no meio de assuntos de orquidófilia é que se sigam as instruções de utilização dos fabricantes à risca durante a adubação com os fertilizantes químicos.

Observação: Preste atenção para não adubar plantas que estão dormentes. Caso contrário você estará desperdiçando dinheiro. Nesse período elas não precisam de nutrientes.


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