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violeta violacea

Matéria: Violeta Africana

Autor - Fonte: Wikipédia

É um género botânico pertencente à família Gesneriaceae. O género recebeu este nome em referência ao barão Walter von Saint Paul Illaire, comissário de distrito da província Tanga, atualmente Tanzânia. É vulgarmente conhecida por violeta africana, mas deve notar-se que, apesar das semelhanças aparentes, não é de fato uma violeta que pertence à família Violaceae.

Na Grécia antiga, a violeta africana era símbolo da fertilidade e ingrediente de poções de amor. Os atenienses usavam-na para adoçar os alimentos e os romanos produziam vinhos, enquanto os franceses apostavam em seu poder de curar ressacas e dores de cabeça. As flores ainda produziam o óleo essencial que se
via de base para um dos mais populares perfumes da Inglaterra vitoriana.

Características da Violeta Africana

São pequenas plantas das florestas tropicais da Tanzânia, e que também podem ser encontradas no Quênia. Sua origem africana e a aparência de suas flores levaram estas plantas a serem conhecidas popularmente como violeta africana, embora não pertençam ao gênero Viola das verdadeiras violetas.

Folhas da Violeta Africana

Podem variar ligeiramente de formato, mas sempre têm um longo pecíolo, são grossas, suculentas e são cobertas de uma fina penugem (tricomas) que lhe conferem uma aparência aveludada.

Flores da Violeta Africana

Podem ser simples ou dobradas, com bordas lisas ou crespas, em tons de azul, rosa, violeta, roxo, vermelho e branco.

Cultivo e cuidados com a Violeta Africana


Clima

Violeta Africana cresce bem em temperatura acima de 18°C. O ideal são dias quentes (temperatura acima de 21°C e abaixo de 32°C) e noites mais amenas, mas com temperatura acima de 18°C.

Luz

Preferem luz indireta, pois a luz solar direta pode amarelar e queimar as folhas, podendo chegar a matar a planta. Por outro lado, folhas muito escuras, muito finas e com pecíolos muito longos, são sinais de iluminação fraca e inadequada. As plantas geralmente não florescem se não houver luz suficiente.

Regas

Quando notar que a terra está seca regue com água morna ou à temperatura ambiente, sempre por cima e não pelo pratinho. Espere uma hora até que a planta aproveite toda a rega e, então, escorra o excedente do pratinho - ele deve ser usado exclusivamente para proteger o móvel em que o vaso está e não como método de rega.

Há alguns segredos para que a violeta se desenvolva bem. Deve ser aguada com parcimônia, apenas quando as folhas fiquem ligeiramente caídas, de preferência mergulhando o vaso em água de forma a não molhar as folhas da violeta africana. São desta forma que se obterão mais flores.

Solo Ideal para a Violeta Africana

Plante sua Violeta Africana em um lugar protegido do sol direto, mas que tenha bastante claridade. O solo deve ser preparado com uma mistura de areia, terra e turfa (há substratos especiais para violetas já com essa composição). Apesar de ser uma planta de cultivo bem simples, suportando até mesmo ambientes com ar condicionado.

Quando a violeta africana esgotar os nutrientes do vaso, deve ser replantado para um recipiente um pouquinho maior - ela não aprecia vasos grandes-, ocasião em que você pode aproveitar para retirar mudas.

Propagação

Há dois métodos de propagação da Violeta Africana: por divisão das touceiras que se formam ao redor da planta-mãe ou por enraizamento das folhas grandes e bem formadas

Poda

A poda deve ser de limpeza apenas, retirando as flores e folhas murchas e secas.

Cultivo Ornamental da Violeta Africana

É muito cultivada como planta de interior! Podendo ser cultivadas em vasos e jardineiras no peitoril de janelas e em ambientes bem iluminados do interior de residências, a violeta africana também pode ser cultivada em locais sombreados de jardins.


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